Como saber se meu Pet está sendo bem tratado no Pet Shop?

A hora de levar os bichinhos ao pet shop é um sofrimento para você e principalmente para ele? Então você não está sozinho, são muitas as pessoas que também ficam com o coração na mão por ter que levar os pets em veterinários, banho e tosa, hotelzinho, creche e em outros serviços pet.

Por serem capazes de arquivar memórias e traumas, muitos cães são ariscos e reagem de forma que deixam seus donos bastante preocupados. Para especialistas, os gatos possuem uma memória mais seletiva e episódica, fato não os impede de querer evitar algumas situações. Quando situações como esta ocorrem, o ideal é identificar características no comportamento do pet que podem te mostrar se ele está sendo bem tratado e se sente confortável quando é levado pelos profissionais pet.

Pensando no bem estar do seu pet, no nosso último post relacionamos 7 dicas para escolher um bom veterinário. E agora, para ajudar os tutores, o Meu Guia Pet detalhou algumas sugestões que podem ser válidas na hora de levar seu pet em estabelecimentos destinados ao atendimento e aos cuidados da saúde e da beleza deles. Confira cada uma delas e proporcione carinho aos seus bichinhos de estimação.



O comportamento dos pets

A forma como seu cão e/ou gato reagem na hora de ir ao pet shop já é um forte indício para investigar o tratamento recebido pelo seu bichinho de estimação. Claro que essa postura pode ser uma coisa rotineira do pet, mas caso ele seja tranquilo e passe a demonstrar medo e a ter um comportamento agressivo de uma hora para a outra é preciso ficar alerta.

Em algumas situações, pequenos detalhes podem ocasionar problemas comportamentais nos pets, como a temperatura da água do banho, o barulho da máquina de tosar e do secador, o local onde ele fica antes e após o atendimento, a forma de transporte, o barulho do trânsito, e, claro, entre outros fatores o tratamento oferecido pelos profissionais do estabelecimento escolhido.

No entanto, é preciso entender a fundo o que acontece com seu animal de estimação, uma vez que existem cães e gatos que possuem problemas emocionais e comportamentais no dia a dia e, ao ser levado para o pet shop, manifestam de forma mais expressiva estes problemas que não são notados pelos donos.

Para ficar mais fácil de entender, algumas características comuns entre esses animais são latir ou miar incansavelmente, tentar fugir da coleira, unhar ou morder seu dono, apresentar tremor ao ver portas se abrir ou campainhas tocar, e inúmeras outras situações que só os donos dos pets entendem.

Presença de pulgas e carrapatos

Um fator muito importante é identificar a presença de pulgas e carrapatos em seu pet. Você pode achar essa ideia improvável, mas infelizmente, em algumas situações, outro pet pode ser portador dessas pequenas pragas e acabar contaminando outros animais que compartilham o mesmo espaço.

Diante desta situação, o dono do pet deve entrar em contato com o estabelecimento comercial para relatar o fato, a fim de que os responsáveis realizem a dedetização do local e possam fazer nova higienização no seu pet.

O ideal mesmo é que o tutor conheça o ambiente onde seu pet será atendido antes de contratar os serviços. Se possível, faça uma visita aos estabelecimentos comerciais que pretende utilizar e peça para conhecer as instalações e verificar a higiene. Esta será uma ótima oportunidade para ver o espaço físico e também ver a forma de trabalho dos profissionais.

Existência de pequenas feridas

Um forte indício de que seu pet não está recebendo o tratamento adequado é a presença de pequenas feridas após o serviço de banho e tosa ou atendimento veterinário. Regiões mais sensíveis como orelha, pescoço e patas, podem evidenciar feridas que estão fazendo seu animal ficar arredio quando percebe que vai, principalmente, ao banho e tosa.

Caso você perceba uma situação deste tipo, tenha calma para entender o caso. Inexperiência, imprudência ou falta de prática do profissional podem ser as causas. Porém, existem, por exemplo, cães que se mexem muito durante a tosa.

Neste caso, os profissionais devem possuir muita habilidade para não causar nenhum ferimento no pet. Por isso a importância de escolher um profissional que priorize em suas atividades o bem estar animal.

Fome e a sede

Dependendo do tempo que seu pet fica fora de casa, a fome a sede são fatores que podem influenciar no comportamento deles. Se possível, verifique em seu pet shop de confiança se os cães possuem água a disposição durante o período em que permanecem sobre sua posse.

Mesmo parecendo uma coisa simples, esta atitude pode contribuir bastante para que seu cão ou gato se comporte melhor no pet shop e veterinário. Esta é uma tendência que deve ser adotada pelos profissionais pets buscando tranquilizar os animais e apresentar um diferencial de mercado.

Caso o estabelecimento não tenha o hábito de fornecer água e alimentação, forneça você mesmo os vasilhames do seu pet e peça para que eles coloquem junto ao animal. Isso pode deixar os bichinhos mais familiarizados com o ambiente, causando tranquilidade e combatendo a ansiedade por ventura existente.

O retorno para casa

É muito provável que seu pet fique bastante alegre ao retornar para casa. Afinal de contas, por estar fora do seu habitat natural e longe de seu dono, ele sente insegurança e saudade dos membros de sua família.

Porém, é preciso identificar se ele está realmente feliz por retornar à sua residência ou aliviado por perceber que ficou livre do pet shop, clínica veterinária ou qualquer outro ambiente que ele frequente. Com o tempo e com a análise de todos os itens citados no texto, os tutores conseguirão entender se seus pets estão sendo bem tratados no pet shop.

Uma boa forma para encontrar bons profissionais é utilizar o Meu Guia Pet, o maior portal Pet do Brasil. Ao consultar nosso site você consegue encontrar vários estabelecimentos em sua região e saber a avaliação dos usuários sobre o atendimento.




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